Atirem-se ao Ar
de António Torrado

Temporada artística

2003

Em exibição

maio de 2003
Cine Teatro de Santo António

Classificação etária

Maiores de 3 anos

Duração

1 Hora
(aproximadamente)

Encenação
Rui Sérgio

INTÉRPRETES E PERSONAGENS

(por ordem de entrada)

Hugo Castro | Professor Hélio
Patrícia Perneta | Patacho
Ana de Castro | Apresentador/Beatriz/Comandante/Polícia
Luís Melim | Sacadura Cabral
Zé Ferreira | Gago Coutinho
Sónia Freitas | Compére/Polícia

Ficha Artística e Técnica

Autoria | António Torrado
Encenação | Rui Sérgio
Cenografia e Adereços | Miguel Vieira
Música | Fernando Almeida
Produção Multimédia | António Freitas
Direcção de Cena | Cristina Loja
Encarregue de Contra – regra | Avelina Macedo e Delfino Pinto
Mestre de Guarda – Roupa | Julieta Arriaga
Costureiras | Ilda Gonçalves e Conceição Franco
Sonoplastia | Henrique Vieira
Operação de Som | Pedro Freitas
Desenho de Luz | Carlos Ribeiro
Operação de Luz | LUZELÉCTRICA
Operação de Vídeo | Cristina Loja
Voz-off | Margarida Gonçalves e Sónia Freitas
Canção Final | Fernando Almeida
Coreografia Final | Hugo de Castro

Texto do Encenador

Obviamente que tinha de ser uma viagem louca, com tantos obstáculos, sabotagens e produtos finais.
Mas a persistência dos nossos heróis (e porque são heróis) concretizaram mais um episódio que ficou escrito com letras de ouro na história da aviação.

É claro que com tanta aventura, juntaram-se aos nossos aventureiros e aos simpáticos sabotadores um conjunto de outras figuras vindas de outras histórias, algumas reais e outras menos reais que transformaram a 1ª viagem aérea Portugal/Brasil em algo que nos divertiu e que esperamos que vos divirta também.
Ao TEF, aos seus actores, técnicos, produtores, que mantenham a mesma persistência dos nossos aviadores, para que o voo continue mais 27 anos.

Sinopse

Os Gloriosos Heróis das Máquinas Voadoras

A polémica entre os mais leves e os mais pesados do que o ar agitou as primeiras décadas da aeronáutica. Venceram os aviões e hidroaviões, mas não podemos esquecer os vencidos. Um deles, o Dr. Hélio, vilão antagonista, personagem inventada, que chega a meter dó, nas suas sucessivas derrotas.
Heróis a sério foram Gago Coutinho e Sacadura Cabral, os primeiros a atravessar pelo ar o Atlântico Sul, depois de arriscadas escalas.
O impulso decisivo para os mais altos voos foi o raid experimental de Lisboa à Madeira, em Março de 1921. Ele serviu-lhes para testar a aparelhagem e avaliar a eficácia do sextante, que os orientará na primeira viagem aérea Portugal/Brasil, um ano depois.
Na peça, onde a verdade e a ficção jogam às escondidas, os pioneiros da aviação são glorificados como merecem, mas também uma tal Beatriz, provavelmente Costa, que na aventura desempenhou um papel nada secundário…
Para todos eles a nossa enternecida e grata lembrança.

António Torrado

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Produção 93 do Teatro Experimental do FunchalProdução 71 do Teatro Experimental do Funchal