Soprou Vento Leste
de Lília Bernardes

Temporada artística

1996

Em exibição

Estreia: 16 a 30 de novembro 1996
Teatro Municipal Baltazar Dias

Em itinerância até 2006
(Madeira, Beja, Açores, entre outros)

classificação etária

Maiores de 12 anos

Duração

1 Hora
(aproximadamente)

Encenação
Eduardo Luíz

INTÉRPRETES

Márcia das Dores
Emanuel de Abreu
Cristina Loja
Ana de França
Ana Graça
Norberto Ferreira

Ficha Artística e Técnica

Texto | Lília Bernardes
Direcção Artística, Encenação e Adaptação | Eduardo Luíz
Assistente de Encenação | Duarte Rodrigues
Direcção de Cena e Contra-regra Geral | Cristina Loja
Espaço Cénico, Selecção de Guarda-roupa e Adereços | Eduardo Luíz, Duarte Rodrigues e Cristina Loja
Carpintaria de Cena e Pintura | Sérgio Rodrigues
Arranjos de Guarda-roupa | Julieta Arriaga
Ajudantes | Teresa Poipão. Conceição Franco, Teresa Fernandes e Ilda Câmara
Cartaz, Programa, Diagramação e Painel | Duarte Rodrigues e Cristina Loja
Fotografia de Cartaz e Ensaios | António Plácido
Luminotecnia | Hélder Martins
Sonoplastia | Henrique Vieira
Música “Xarabanda” | “Longe da Vista se vai”
Equipa de Produção | Patrícia Perneta e Ana de França
Apoio | Rafael Teixeira

Sinopse

TEMPO LESTE

“(…) Ai o Leste. O Leste é uma praga.
Quando ela avança sobre a ilha quase nos sufoca. Ficamos assim atarantados a sonhar com os dias que foram frescos – à espera de outros dias. O Leste faz-se um tempo sem tempo. Precisamente porque nos coloca, em desejo, num tempo passado ou num tempo futuro. O Leste é um intruso. Só quando ele aparece nos lembramos de outros Lestes (…)”*

*Extraído de Tempo Leste de Luís Ladeira, professor de Filosofia do Ensino Secundário publicado em MARGEM 2 – Ficção p. 59.

Texto do Encenador

ENCONTROS DE GENTES

Um projecto de itinerância envolve sempre o grande prazer da viagem; calcorrear os espaços mais variados, conhecer os vários tipos de público que pulsam ao sabor de todo o acontecimento, desde o nascer do espectáculo ao seu viver e anoitecer, num único dia.
Artistas, técnicos e espectadores vivenciam experiências duradouras por toda uma vida.
Este movimento constante que surge do encontro de gentes do mundo no espectáculo, faz crescer o teatro como uma forma do “que se vê” e se “age” – o Teatro e o Drama.
Soprou Vento Leste, é um leste que passa, um leste tempestuoso de sentimentos, de angústia e de vida que voltam sempre a nos visitar, fazendo-nos descobrir o valor das coisas que amamos com mais consciência.

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