Comélia de Espavento
de Ângelo Beolco

Temporada artística

1991

Em exibição

1991
Teatro Municipal Baltazar Dias
(com itinerância)

classificação etária

Maiores de 12 anos

Duração

1 Hora (aproximadamente)

Encenação
Eduardo Luíz

INTÉRPRETES

Duarte Rodrigues
Élvio Camacho
Miguel Vieira
Norberto Ferreira

Ficha Artística e Técnica

Comélia de Espavento  | Comédia farsesca com prólogo acto e epílogo de Ângelo Beolco
Encenação e Direcção de Actores | Eduardo Luíz
Direcção de Cena | Mavélia de Guia
Direcação de Montagem do Espaço Cénico | Mestre José Lino
Ajudantes de Montagem | Humberto Andrade e Júlio Freitas
Pinturas | Mestre José da Cortê
Figurinos | Eduardo Luíz, Miguel Vieira e Raúl Pestana
Execução de Vestuário | Cidália Vieira
Cartaz e Capa de Programa | Paulo Sérgio
Adereços | Raúl Pestana
Luminotecnia | Hélder Martins
Ajudante de Luminotecnia e Iluminação | António José
Ajudante de Electricista | David Ferreira
Efeito Musical “Cena da Luta” | Ricardo Gonçalves
Efeitos Sonoros, Gravação e Sonorização | Henrique Vieira
Produção | Eugénio Cabral e Paulo Gonçalves

Texto do Encenador

UMA COMÉDIA FEITA COM MEL E QUE GERALMENTE ACABA BEM DE ESPAVENTO

Comédias feitas com mel e que geralmente acabam bem, são as “Comélias”: género de farsas que Ângelo Beolco, autor paduano, propõe-se nas suas peças de teatro, numa linha já muito próxima da “comédia dell’Arte”, onde as aventuras e desventuras do camponês Ruzante, sua mulher Betia, o compadre Menato, e outros comparsas característicos da Itália renascentista – dando a qualquer actor a possibilidade de um bom trabalho de construção de personagens –, um espectáculo vivo e alegre, onde um Ruzante saltimbanco romântico (de certo modo uma visão própria da época em que escrevia Sand), encarnação do talento popular, sai à luz do mundo sobre um palco improvisado para expressar a ingénua, mas sempre verdadeira voz do povo.
A partir do original Falatório de Ruzante em Volta da Guerra ou Vilão regressado da Guerra e o Prólogo dito por um vilão de Ângelo Beolco, surge COMÉLIA DE ESPAVENTO num trabalho dirigido com novos actores saídos do 8º curso de formação de actores, concluído em Julho deste mesmo ano, e ainda figuração dum estagiário do 9º curso de formação.
Este é o espectáculo especificamente preparado anualmente pelo TEF, para representações em todos os espaços possíveis onde exista um público que ainda não se esqueceu do teatro, e que tem também como principal função comunicar, seja através do drama ou da tragédia ou da comédia ou da farsa como é o caso.

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