O Nojo da Vida
a partir de Raul Brandão

Temporada artística

1991

Em exibição

abril 1991
Teatro Municipal Baltazar Dias

Duração

Maiores de 12 anos

Duração

1H40m
(aproximadamente)

Encenação
Eduardo Luíz

INTÉRPRETES E PERSONAGENS

PRIMEIRA PARTE

 TEXTO – O Rei Imaginário:
Eugénio Cabral | Juíz Teles 

2º TEXTO – O Avejão:
Miguel Vieira | Senhor Caetano 
Paula Erra, Patrícia Perneta e Mavélia da Guia | Mulheres 
Ana de França | Antónia 
Fátima Rocha | A Velha 
Élvio Camacho | O Avejão 

3º TEXTO – Eu Sou Um Homem de Bem:
António Plácido | Comerciante

SEGUNDA PARTE

4º TEXTO – O Doido e a Morte:
Élvio Camacho | Governador Civil
Paulo Freitas | Nunes
Emanuel de Abreu | Polícia 
Miguel Vieira | Senhor Milhões
Ana de França | D. Ana Baltazar 
Abraão Santos e Norberto Ferreira | Enfermeiros 

Figuração dos alunos do 9º Curso de Formação de Actores do TEF:
Paula Erra, Patrícia Perneta, Márcia das Dores, Paulo Freitas, Sílvia de Freitas, Emanuel de Abreu, Augusta da Silva, Norberto Ferreira, Magda da Paixão, Abraão Santos, Madalena Ribeiro e Margarida Gonçalves.

Ficha Artística e Técnica

O Nojo da Vida | textos de Raul Brandão
Encenação | Eduardo Luíz
Direcção de Cena | Élvio Camacho
Encarregues de Contra-regra | Mavélia da Guia e Filipa da Guia
Cabo de Figuração | Miguel Vieira
Orientação Gráfica dos Textos | J. A. Rosado Flores
Cenografia e Figurinos | Eduardo Luíz
Ambientação Espacial | Margarida Lemos
Carpintaria de Cena | Arnaldo Figueira e José Lino
Ajudantes de Carpintaria | Humberto Andrade, Júlio Freitas e Perestrelo
Execução de Vestuário | Julieta Rodrigues e Maria Teresa
Execução de Adereços | Miguel Vieira, Raúl Pestana, Élvio Camacho, Cidália Vieira, Elisabete Jacques e João Paulo
Caracterização | Raúl Pestana e Miguel Viera
Cartaz e Capa de Programa | Raúl Pestana
Iluminação | Hélder Martins
Ajudante de Iluminação | António José
Sonorização | Henrique Vieira
Música | Ricardo Gonçalves em “O Doido e a Morte”
Ajudantes de Contra-regra | Norberto Ferreira, Paula Erra e Abraão Santos

Sobre o Espetáculo

“O dia de hoje não existe para mim. Só penso com sofreguidão no dia de amanhã. Ora amanhã é a morte. E sucede também que só dou pelas coisas belas da vida, depois que passaram por mim, e que não as posso ressuscitar. Há na vida um único momento. Um momento que sorri. Que concentra em si todos os momentos. Troquei-o pelo absurdo. Troquei a vida pela morte. Nas suas confissões vibra este grito, que varre toda a aparência de espectadorismo desinteressado: Fujo até de descer dentro de mim próprio para não reconhecer com espanto que sou absurdo.”
Eu sou um homem de bem; O Avejão; O Rei Imaginário e O Doido e a Morte, quatro textos dramáticos escritos por Raul Brandão, formam o conteúdo de O NOJO DA VIDA expressando-se em termos lapidares no seguinte passa de O Rei Imaginário: “Que distância há entre o homem de todos os dias e o homem capaz de praticar um crime?”

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