3 outubro | 21h00 | Estreia

Duração

90 minutos (aproximadamente)

Classificação etária

Maiores de 12 anos

CARTAZ

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SOBRE O ESPETÁCULO

Ao reler este fantástico texto de Luiz Francisco Rebello, cena após cena, ato após ato, o espectador caminha para uma reflexão da existência, do sacrifício e do amor, valores em carência extrema na atualidade, com questões primorosamente retratadas pelo autor, longe da comédia da vida, retratando situações em colapso do nosso quotidiano. Pela atualidade e pela abordagem e profundidade existencial e dramática que nos é oferecida, decidi que este seria o texto ideal para levar à cena, no momento, adotando uma leitura de fantástico e de policial ao modo de Agatha Christie. 

Uma sociedade cada vez mais habitada pela traição, pelo cinismo, pela hipocrisia, pela falta de solidariedade, pelo desrespeito e pelo desprezo pelo outro e onde, acima de tudo, abunda a falta de humanidade e a ausência de amor, sentimento retratado como tema central deste drama existencial.

Nesta família, célula minúscula deste imenso planeta, os segredos e ressentimentos que cada um sente pelo outro, numa única noite, correm o risco de ser revelados. 

Se, por um lado, a inesperada visita de um estranho, vem incomodar a aridez existencial em que vivem cinco pessoas, por outro lado, o mistério sobre qual deles irá morrer nessa noite, mediante uma proposta igualmente inesperada, dará ao desenrolar das cenas, o clima de suspense necessário para manter o espetador curioso até ao desfecho. 

A pergunta fica no ar, se por um acaso do destino, um dia, um agente da Morte lhe batesse à porta com uma proposta inesperada, qual seria a sua reação…!?

O encenador

Calendário

Outubro

  • 03 – sáb | 21h00
  • 04 – dom | 18h00
  • 08 – 5ªf | 11h00 e 21h00
  • 10 – sáb | 21h00
  • 11 – dom | 18h00
  • 15 – 5ªf | 11h00 e 21h00
  • 16 – 6ªf | 15h00 e 21h00
  • 17 – sáb | 21h00
  • 18 – dom | 18h00
  • 22 – 5ªf | 11h00 e 21h00
  • 23 – 6ªf | 15h00 e 21h00
  • 24 – sáb | 21h00
  • 25 – dom | 18h00
  • 29 – 5ªf | 11h00 e 21h00
  • 30 – 6ªf | 15h00 e 21h00
  • 31 – sáb | 21h00

Personagens | Intérpretes

Mordomo | Luciano Moniz
Augusta (cunhada) | Sara Cíntia
Gabriela (filha) | Sandra Barreto
Rui (pai) | Miguel Sobral
Marta (mãe) | Celina Pereira
Desconhecido | Marcos de Góis
Vítor Manuel (filho) | Daniel Nascimento

Sinopse

O espetáculo reflete o jogo violento e sem tréguas daquilo a que alguns chamam Vida, mesmo tendo como pano de fundo a Morte, e levanta questões que nos fazem pensar sobre a relação que mantemos com o nosso semelhante – as traições (por pequenas que sejam) que se cometem diariamente, o cinismo, a hipocrisia, a falta de solidariedade, o desrespeito e o desprezo que se sente pelo outro, em resumo, a falta de compreensão, a falta de humanidade e, acima de tudo, a falta desse sentimento, tantas vezes dito e quase sempre esquecido a que se dá o nome de Amor.

Num contexto quotidiano, inesperadamente, um emissário da Morte bate à porta e deixa aos elementos da família, uma mensagem surpreendente: até à meia-noite, alguém terá de morrer. Não importa ao mensageiro que seja o marido, a esposa, a cunhada ou qualquer um dos filhos, será escolhido um, e isso basta. O círculo fecha-se em torno de cinco pessoas que terão de decidir quem, de entre eles, cumprirá esse destino…

FICHA TÉCNICA e ARTÍSTICA

  • Texto | Luíz Francisco Rebello 
  • Encenação | Eduardo Luíz
  • Dramaturgia | Eduardo Luíz e Márcia Rodrigues
  • Direção de Cena | Avelina Macedo
  • Encarregue de Contrarregra | Luciano Moniz
  • Cenografia | Paulo Sérgio BEJu
  • Seleção e Adaptação de Figurinos | Cristina Loja
  • Costura de Guarda roupa | Salete Silva 
  • Maquilhagem | Marcos de Góis
  • Caraterização | Pedro Monteiro
  • Adereços de cenário | Paulo Sérgio BEJu 
  • Adereços de figurino | Cristina Loja
  • Criação vídeo projeção | Diogo Brazão
  • Criação de efeitos e Montagem Banda Sonora | Diogo Brazão
  • Operação de Som e Imagem | Diogo Brazão
  • Desenho de Luz | Eduardo Luíz e António Freitas
  • Montagem de Luz | António Freitas, Diogo Brazão e Diogo Jardim
  • Operação de Luz | Avelina Macedo
  • Assistência Técnica | Diogo Brazão e Diogo Fernandes
  • Carpintaria de Cena | Anastácio Santo
  • Fotografia do Cartaz | DDiArte
  • Design Gráfico | oneline
  • Redação e Revisão de Conteúdos | Ester Vieira
  • Fotografias de Cena | Diogo Brazão e Ester Vieira
  • Video clip promocional |Diogo Brazão
  • Direção de Produção | Ester Vieira
  • Assistentes de Produção | Sandra Cardoso e Sílvia Rosado
  • Promoção e Divulgação | Ester Vieira, Diogo Brazão e Filipe Gomes |oneline
  • Apoio Administrativo | Helena Machado
  • Frente Casa | Ester Vieira, Mary Abreu
  • Bilheteira | Helena Machado

Sobre o Autor

Luiz Francisco Rebello nasceu a 10 de setembro de 1924 em Lisboa. Foi dramaturgo, tradutor, ensaísta, crítico e historiador de teatro, especialista de fama internacional em matéria de direitos de autor. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, presidiu à Sociedade Portuguesa de Autores durante 30 anos (1973 a 2003). Foi presidente do Conselho de Autores Dramáticos, Literários e Audiovisuais da Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (1976-78).  

Com ligações ao teatro, fundou e dirigiu, em 1946, juntamente com Gino Saviotti, o Teatro-Estúdio do Salitre e, em 1971, foi nomeado diretor do Teatro São Luiz, cargo de que se viria a demitir no ano seguinte por não concordar com as ingerências da Comissão de Censura.

É autor de uma notável obra de dramaturgia e investigação teatral, de que merece especial referência a História do Teatro Português e numerosa bibliografia sobre a temática e o código dos Direitos de Autor.

Colaborou em inúmeros jornais e revistas, entre eles a Colóquio-Letras, o Jornal de Letras, a Seara Nova e a Vértice, na revista luso-brasileira Atlântico, no semanário Mundo Literário (1946-1948) e ainda na revista Arte Opinião  (1978-1982). Dirigiu, de 1971 a 2011 um Dicionário do Teatro Português, publicado em fascículos.

Jean-Paul Sartre e Pirandello foram os autores que mais o terão influenciado a nível estético.

Foi casado com a atriz Mariana Villar, de quem teve uma filha, a  advogada e autora Catarina Rebello.

Luiz Francisco Rebello morreu a 8 de dezembro de 2011 em Lisboa. 

 

Distinções

 

  • Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, em 9 de junho de 1985
  • Insígnias de Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito (1991), atribuídas pelo Ministro da Comunicação francês George Kiejemann
  • Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, em 16 de junho de 1999
  • Prémio de Teatro da ex-Sociedade de Escritores (1964)
  • Grande Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores (1994)
  • Consagração do seu nome na toponímia de Lisboa através do Largo Luiz Francisco Rebello (2016), situado num dos pátios desenhados por Álvaro Siza Vieira no Chiado

PREÇARIO | Bilheteira

4,00 € | Escolas | Instituições de Solidariedade Social (mediante reserva)
10,00 € | Público em Geral

DESCONTOS

6,00€ | Residentes freguesia Stº António* | Artistas* | Familiares de Sócios ATEF | Familiares e Amigos do elenco
8,00 € | Estudantes* | Crianças e jovens até 18 anos* | Maiores 65 anos* | Professores* | Grupos 10 ou mais pessoas

Serviço Educativo 2019-2020

TRADUÇÕES LGP sujeitas a marcação antecipada.

RESERVAS E CONTACTOS
segunda a sexta
09h30 – 12h30 e 14H30 – 17h30
Telef. – 291 226 747 | 933 369 136
email:  info@atef.pt
Bilhetes à venda 1h00 antes do espetáculo, no local de representação.
NÃO ACEITAMOS RESERVAS POR FACEBOOK

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Produção 68 do Teatro Experimental do Funchal