Strip, Bang Bang, Mixórdia do Gargalho
a partir de vários autores

Temporada artística

2007/2008

Em exibição

29 julho a 9 agosto 2008
Cine Teatro de Santo António

Classificação etária

Maiores de 12 anos

Duração

2 Hora
(aproximadamente)

Produção 110 do Teatro Experimental do Funchal

Texto do Encenador

Invulgares Criatividades e Alegrias

Dedicamos este espectáculo a Carlos Franquinho, Paulo César, António Ascensão e Joel Santos pela sua invulgar criatividade, segurança, alegria, boa disposição e talento com que sempre abrilhantaram a arte do teatro no TEF durante o tempo que nele existiram.
Eterno e Divertido Recordar.

Fazer nascer um segundo Strip, quase dez anos depois, tendo sempre em vista o mesmo tipo de continuidade da história da montagem de um espectáculo, fez com que eu pensasse que tudo isto não era somente uma ilusão e por esse motivo o novo Strip não é mais do que uma partida à imaginação do ex-apresentador do primeiro que, nesta história, ficou a viver no teatro onde residia a Companhia, da qual fazia parte.
A partida do destino é o eterno recordar diário até ao infinito desses momentos do passado recriando outros novos que planeja para voltar novamente ao palco.
Este género de espectáculo, desprendido, seduz-me como um momento de divertimento para este fim de ano artístico onde as férias de verão se aproximam e só nos apetece sorrir, rir se possível e relaxar sem preocupações de maior.
Seleccionei, adaptei e foram criados textos para os mais variados espaços, pedindo colaboração a outros autores e, fundamentalmente, tentando encontrar um equilíbrio entre o riso e o sentimento de viver e o ser artífice de teatro. Tudo isto misturado com algumas canções divertidas, uns movimentos foliões e uma grande vontade de, sem desrespeitar o profissionalismo do teatro, deixarmos extravasar o nosso sentir interpretativo, brincando a sério.
Espero que o público se divirta ainda mais, neste espectáculo de sorrisos, com o nosso nonsense calculado e instintivamente despertado para estas sessões de Verão Teatral e que se junte a nós nas luzes da ribalta.

Encenação
Eduardo Luíz

INTÉRPRETES E PERSONAGENS

Ana Graça | Antiga Corista
André Correia | Figurinista do Espectáculo
António Ferreira | Actor da Companhia
Cristina Loja | Directora de Cena
Duarte Rodrigues | Arrumador
Eduardo Luíz | Encenador
Fernanda da Gama | Directora da Companhia
Filipe Luz | Falso Detective
Magda Paixão | Antiga Corista
Marco de França | Actor da Companhia
Margarida Gonçalves | Estrela da Companhia
Norberto Ferreira | Apresentador do Espectáculo
Paula Erra | Inspectora Ventoinha
Paulo Renato | Chibo da Directora
Zé Ferreira | Camareiro da Estrela

Ficha Artística e Técnica

Encenação | Eduardo Luíz
Coordenação de Figurinos 
| André Correia
Produção Musical | Fernando Almeida
Orquestração e Arranjos | Fernando Almeida, Duarte Andrade e Juan Pestana
Espaço Cénico | Eduardo Luíz e Cristina Loja
Adereços | Zé Ferreira
Dramaturgia | Eduardo Luíz e Magda Paixão
Assistência Artística | Paula Erra, Zé Ferreira e Magda Paixão
Direcção de Cena e Selecção de Guarda-Roupa* | Cristina Loja
Contra-Regra e Operação de Som | Avelina Macedo
Desenho de Luz | Hélder Martins e Eduardo Luíz
Montagem do Espaço Cénico | Cristina Loja e Avelina Macedo
Mestra de Coordenação e Execução de Alterações aos Figurinos | Ilda Gonçalves
Execução de Alterações aos Figurinos | Serviço de Costura e Lavandaria|DREER: Clarinda Martins, Ivone Berimbau e Fernanda Assunção
Ajudante de Costura | Conceição Franco
Sonoplastia e Montagem de Som | Henrique Vieira e Eduardo Luíz
Montagem de Luz | António Freitas e Hélder Martins
Design Gráfico | Dupla DP|Novos Conceitos de Comunicação e Publicidade, Lda.
Carpintaria e Serralharia | Estabelecimento Prisional do Funchal
Frente de Casa e Bilheteira | Élvio Camacho e Patrícia PernetA

* Utilização/adaptação de figurinos e adereços, de anteriores produções do TEF.

Sinopse

Perdido da realidade há quase uma década dentro de um teatro abandonado, vive um artista, outrora apresentador dos espectáculos da Companhia lá residente, sonhando todos os dias com o regresso do último espectáculo àquele espaço esquecido pelo tempo.
No seu devaneio o retorno de duas antigas coristas como donas e produtoras do espectáculo fazem-no mergulhar dentro do sonho delas que é o de reinventar o teatro para todos os que esqueceram o valor do mesmo. Ao acontecer o desaparecimento do encenador do espectáculo o enredo complica-se porque o novo encenador que também é o autor e o apresentador contratado vai tentar descobrir qual o divertimento que deve preparar, no meio de tanta proposta e simultaneamente da investigação da desaparição do primeiro encenador e uns poucos de projectores da Companhia de Teatro.
Todos os dias o sonho termina com o aparecimento do encenador desaparecido, dando ao arrumador, o mote para a apresentação do espectáculo, fazendo com que todos os dias o pano desça sobre as suas recordações, assim como o regresso à realidade pelas mãos da antiga directora de cena, que não é nem mais nem menos do que a sua perpétua inspiração.

AGRADECIMENTOS

Agradecemos a colaboração do músico Ricardo Gonçalves e da artista plástica Margarida Lemos Gomes na assessoria artística e ao Actor Nuno Morna.

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Produção 72 do Teatro Experimental do Funchal