Lianor no País Sem Pilhas
de Armando Nascimento Rosa

Temporada artística

2005/2006

Em exibição

30 novembro 2005 a 28 fevereiro 2006
Cine Teatro de Santo António

Classificação etária

Maiores de 3 anos

Duração

1H05m
(aproximadamente)

Produção 101 do Teatro Experimental do Funchal

Sinopse

Esta é uma daquelas histórias de fábula que a criança eterna em nós gostará sempre de ouvir e ver contada sobre um palco, lugar de enigmas e de encantos. Tudo começa quando, na Feira do Oculto, uma cigana da Bósnia oferece à pequena Lianor um boneco articulado vindo de África, o Tóli, que perde a energia quando se lhe arranca a máscara do rosto. E ninguém conhece as pilhas da alegria para poder dar vida de novo ao Tóli adormecido… Da internet chegará então uma ajuda, na forma de uma corajosa fada estagiária. Com ela e com Tóli, vai Lianor ter de partir numa viagem aventurosa pelo ciberespaço, até ao País das Altas Esferas, aí se confrontando com o temível Arquitonto do Universo e seu jovem assistente Dragão-de-Bolas; e ainda com o cego Senhor do Tempo, sua filha tristonha e fadista, a Fatalidade, e respectiva mãe, uma tranquila senhora chamada Esperança, grávida esposa do Tempo.
E ao seguirmos a odisseia de Lianor e da ciberfada Madame Magra, em busca dessas misteriosas pilhas da alegria capazes de reanimar o Tóli-boneco outrora menino, todos eles ficarão decerto a voar nos céus da nossa memória, com as asas de Peter Pan que é preciso trazer connosco a vida inteira.

Encenação
Élvio Camacho

INTÉRPRETES

Nivalda Candelária
Patrícia Perneta
Dina de Vasconcelos
Luís Melim
Élvio Camacho
Sónia Carvalho
Zé Ferreira

Ficha Artística e Técnica

Autoria | Armando Nascimento Rosa 
Encenação | Élvio Camacho 
Figurinos | Miguel Vieira
Realização Plástica do Espectáculo| Miguel Vieira e José Devesa
Desenho e Operação de Luz |  Carlos Ribeiro / Luz Palco
Música | Versão livre de Fernando Almeida sobre Partituras Originais de Armando Nascimento Rosa 
Direcção de Cena e Operação de Som | Avelina Macedo 
Orquestração e Direcção Vocal | Fernando Almeida
Mestra de Guarda-roupa | Ilda Gonçalves
Ajudante de Costura | Conceição Franco
Desenho de Som | Henrique Vieira
Carpintaria | Mestre José Nóbrega
Serralharia | Mestre José Maria

Texto do Encenador

PILHAS DA ALEGRIA, NEM DECERTO SABEMOS O QUE SÃO, MAS VAMOS PROCURÁ-LAS

O TEF – Companhia de Teatro vive no País do, do…, do Teatro. É isso! Nesse País  é possível encontrarmos as baterias para pôr em marcha qualquer tipo de missão. A horta deste País é infinita; nela cultivamos os meios imaginativos e por isso não há impossíveis. «A imaginação faz despertar a Alegria no coração das pessoas tristes» dir-nos-á a fada do nosso espectáculo, mas para descobrirmos as pilhas da alegria que Lianor procura precisamos que, na nossa horta, plantem as sementes do vosso entusiasmo. Com a energia da vossa e da nossa imaginação continuaremos a contar as “coisas” belas do universo com as asas de palco voador da infância de todos nós (mamãs e papás incluídos). As coisas belas do universo são as maravilhas e utopias que todos podemos plantar; e no que nem decerto sabemos o que é, que nem decerto sabe o que nós somos, poderão nascer países de alegria jamais acontecida.
A nossa companhia de teatro faz 30 anos. O TEF dedica este espectáculo, nesta data tão especial, a Ricardo Gonçalves, um músico extraordinário, que com o seu dom coloriu de belas músicas, ao longo de muitos anos, dezenas de espectáculos que vos contámos.

Start typing and press Enter to search

Produção 89 do Teatro Experimental do FunchalProdução 102 do Teatro Experimental do Funchal