Matemáticas Assassinas
a partir do texto de Kjartan Poskitt

Temporada artística

2005

Em exibição

20 a 29 novembro 2005
Teatro Municipal Baltazar Dias

Maiores de 12 anos

Duração

1 Hora
(aproximadamente)

Encenação
Eduardo Luíz

INTÉRPRETES E PERSONAGENS

Ana Graça | Sargento
Richard Matos | Soldado 421
Magda Paixão | Soldado 124
António Ferreira | Matemágico
Margareta Andersen | Hipotenusa e personagens diversas

Ficha Artística e Técnica

Texto | K jartan Poskitt
Adaptação e Versão Cénica | Magda Paixão
Encenação | Eduardo Luíz
Assistência e Direcção de Cena | Cristina Loja
Cenografia e Adereços | Zé Ferreira
Figurinos | Margarida Lemos Gomes
Execução de Guarda-roupa | Ilda Gonçalves e Conceição Franco
Vozes e Sonoridades | Equipa de actores
Desenho e Operação de Som | Henrique Viera
Desenho de Luz | Eduardo Luíz
Montagem e Operação de Luz | TMBD
Concepção Gráfica | TEF

Texto do Encenador

As Matemáticas Assassinas não são mais do que um pretexto para fazer um teatro que vá ao encontro de um determinado público que tanto pode ser o juvenil como o adulto e a quem a Matemática lhes diga qualquer coisa positiva…ou negativa.
Neste mundo mágico do texto feito palavra, através de actores, brincamos a uma demanda “militar”, engendrada para salvar, qual Dulcineia, aqui uma princesa alcunhada de Hipotenusa e prisioneira do Barão Cálculo.
Porque era, continua a ser e sempre será tempo de e para jogar ao teatro, através da Matemática, surgiu-nos o desafio de viver uma fantasia, para nós uma verdadeira caça ao tesouro, uma redescoberta do mundo já um pouco encerrado nos manuais que fomos deixando para trás.
Um garboso ilusionista, o Matemágico, tentando dar nas vistas com os seus fartos conhecimentos, provou-nos que a Matemática é acessível a todos os que conseguirem olhar para ela com olhos de magia. Neste novo texto, feito espectáculo, consequência das lições, espectaculares excentricidades pedagógicas de Kjartan, queremos passar a grande mensagem que a Matemática pode ser para todos um desafio muito divertido.

Sinopse

Elas matam mesmo de tanto rir…

«(…) Agora prepara-te para as Matemáticas Assassinas! Elas matam mesmo: de tanto rir; e o melhor de tudo é que não tem exercícios desagradáveis nem contas aborrecidas!»

Kjartan Poskitt

A Sargento Corolário e os seus valentes soldados 421 e 124, vão libertar a Princesa Hipotenusa, aprisionada no castelo do Barão Cálculo. O sucesso da sua missão depende da ajuda que o sábio mágico das contas, Matemag, lhes irá dar, ao desvendar as pistas difíceis que lhes vão surgindo. Sempre que lhe é possível, dá grandes lições de matemática, que possibilitam ao espectador aprender enquanto se diverte. E desde as contas romanas, passando pelas descobertas de Arquimedes, Pitágoras e de outros grandes matemáticos (alguns até assassinados) que contribuíram para o que é a matemática hoje, até à descoberta da bela Hipotenusa, o espectador mergulha numa hilariante história que mostra que «a maior parte do que há de melhor na matemática usa números muito simples, e às vezes nem sequer usa números ou letras». Que tal esta? «uma experiência matemática que mete água: – enche uma banheira mesmo até cima – entra nela com muito jeitinho – deita-te de forma gradual até estares quase a flutuar. E sabes uma coisa? A quantidade de água que saltou para o chão pesa tanto como tu.» Se te chatearem diz: Eureka! Se te chatearem ainda mais diz que estás a fazer uma experiência com o Princípio da Hidrostática de Arquimedes. E esta, hem?

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Produção 99 do Teatro Experimental do Funchal