Hakim e a Arca de Sândalo
de Norberto D’Ávila

Temporada artística

2012/2013

Em exibição

11 maio a 8 junho 2013
Cine Teatro de Santo António

Classificação etária

Maiores de 3 anos

Duração

1 Hora
(aproximadamente)

Encenação
Eduardo Luíz

INTÉRPRETES E PERSONAGENS

Filipe Luz | Hakim
Magda Paixão | Taieb
Ana Graça | Sayma/Califa
Victor M. Gonçalves | Amed
Petra Andrade | Fátima
Bruno Fernandes* | Grão-Vizir
Nicodemes Gomes* | Guarda do Palácio
Élio Maico* | Guarda do Palácio

(*) Atores do GMT Oficina Versus, em parceria artística inclusiva, ao abrigo do protocolo TEF-DRE.
Núcleo de inclusão pela Arte / Divisão de Expressões Artísticas / Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia / DRE / SRE

Ficha Técnica

Autoria | Norberto D’Ávila
Dramaturgia e Encenação | Eduardo Luíz
Desenho de Luz | Hélder Martins
Cenografia, Adereços e Figurinos | Cristina Loja
Arranjos de Guarda-roupa* | Ilda Gonçalves
Design Gráfico, Imagem e Fotografias | DDiArte
Sonoplastia e Gravação do Roteiro de Som | Henrique Vieira
Letras das Canções | Cíntia Palmeira e Magda Paixão
Músicas | Ricardo Gonçalves
Gravação e Direção Vocal | Fernando Almeida
Operação de Som | Maciel Fernandes
Luminotecnia e Operação de Luz | Hélder Martins
Carpintaria de Cena | Sérgio Rodrigues
Assistência Técnica | Fábio Correia
Apoio Técnico e Plástico | Alexandra Vieira**, Daniela Gonçalves**, Frederica Wilbraham**, Guilherme Mendonça** e Jéssica Mendes**.
Imagem e Edição dos Filmes | João Santos
Frente de Casa e Bilheteira | Equipa TEF

* Utilização/adaptação de figurinos e adereços, de anteriores produções do TEF.

** Formandos do Curso Profissional de Artes do Espetáculo, em estágio de Formação em Contexto de Trabalho na Associação Teatro Experimental do Funchal.

Texto do Encenador

Amigos, eis mais uma história que os atores do TEF vos querem contar. Novamente é Hakim, um contador de histórias, amigo do TEF já há muitos anos, que vive em cima de uma árvore e que tem um amigo chamado Taieb. Desta vez, Hakim irá contar-vos uma história muito bonita e cheia de heroísmo.
Além de passar a vida a contar belas histórias, muito importantes para os meninos que visita ou que o visitam junto à sua árvore, ele também se vê envolvido em grandes aventuras, principalmente quando o Grão-Vizir tenta comprá-lo ou então quando tentam enganar o seu amigo. Bem, não vos conto mais nada para não tirar a surpresa. Um abração e um beijão bem grande e divirtam-se.

Sinopse

«[…] HAKIM – Pois é portanto, nada feito. O que é preciso é que todos se encontrem prevenidos, que todos estejam com os olhos bem abertos, que não se deixem enganar por ela e por outros da sua qualidade. Quando todos souberem que Sayma é uma aldrabona, ninguém mais lhe comprará tapetes vulgares como se fossem tapetes mágicos. E então, ela terá de trabalhar honestamente, se quiser viver, percebeste?
TAIEB – Percebi.
[…]
HAKIM – […] Ora, sede bem-vindos e que Alá vos proteja! Vou contar uma história de que me lembrei ontem à noite, antes de adormecer, e que se chama A Arca de Sândalo. A história começa no palácio do Califa de Bagdad…Vocês se calhar nunca lá entraram.[…]»

ÁVILA, Norberto, As Histórias de Hakim, na versão do TEF

Depois de evitar que o seu pequeno amigo Taieb seja enganado por Sayma, uma mercadora de tapetes voadores, amiga do Grão-Vizir, Hakim resolve contar para os espetadores das suas histórias A Arca de Sândalo. Nesta, leva-nos até ao palácio do Califa de Bagdad, para relatar um caso que aqui aconteceu. E que caso foi esse? O Califa de Bagdad, cansado de fabricar esmeraldas, pediu ao seu escravo que se livrasse delas e que lhe trouxesse algo em troca que lhe desse prazer. Amed, o escravo, ficou assim com uma difícil tarefa: o que traria em substituição das esmeraldas? Para piorar a situação, o Califa ainda acrescentou que o preço dos seus serviços seria a liberdade ou a morte, conforme o sentimento provocado pelo que ele lhe trouxesse: alegria ou aborrecimento. Como terminará esta história? Conseguirá Amed trazer ao Califa algo que lhe dê alegria?


Produção 130 do Teatro Experimental do FunchalProdução 126 do Teatro Experimental do Funchal